Texto de Mônica Medeiros

Sobre as inquietações no começo de 2018. Reflexão!

Boa tarde, amigos!


Parece que este começo de ano está sendo marcado pelo sentimento da INSATISFAÇÃO.
Colegas, amigos, pessoas que me escrevem e até minha mãe relatam sentimento ruim que faz querer e não querer ao mesmo tempo, como se nada estivesse bom. 
Nada fosse bom.
Uma sensação de vazio interior que buscamos preencher, inconscientemente, com fugas do cotidiano: fim de semana fora, comer algo diferente, comprar o que não precisamos, etc.
Isso vem acontecendo desde as últimas semanas de 2017, quando já entrávamos na energia de 2018.
Ano de correções de rotas, de retorno ao caminho traçado antes de renascermos desta vez.
Caminho feito quando mais conscientes estávamos de nós mesmos e do que mais precisamos para nos libertarmos desta terrível experiência 3D.
Mas, se já se perderam, tentando chegar a algum lugar, sabem que é bem trabalhoso retomar o caminho correto.
Perdemos tempo, ficamos rodando, sem referências.
Creio que esta insatisfação passou a ser percebida porque nossas consciências estão mais despertas e estamos mais alertas.
Quem sabe, nosso Eu Superior não está dando aquela dica preciosa para encontrarmos o rumo que pode nos levar à liberdade?
Quem somos nós, afinal?
Qual nosso papel nesta transição do planeta Terra?
O que nos cabe fazer e como devemos fazer?
Tornou-se o homem tão mais sofisticado e menos sensível.
Capaz de buscar sabores raros e incapaz de saborear a virtude alheia como se sua fosse.
Cresce a inveja travestida de crítica irônica como se houvesse mais mérito em destruir o trabalho de outrem a construir seu próprio trabalho.
Cresce o egoísmo de sempre se levar alguma vantagem sobre o outro, ainda que o direito seja dele.
Cresce o preconceito a níveis assustadores não bastando discriminar por raça, posição social, credo, sexo. 
A loucura está explícita e fica clara aos que sabem dos números de tentativas de suicídios e ações fatais.
Como dói ver a insanidade a matar homens, animais, vegetais e minerais.
Creem-se os evangélicos donos de Jesus.
Creem-se os espíritas donos da verdade.
Creem-se os católicos donos da santidade.
Creem-se os judeus donos de Deus.
Creem-se os mulçumanos donos do mundo.
Creem-se os budistas donos da Luz interior.
Creem-se os ateus donos da inteligência.
Crê-se a ciência dona de todos nós.

E nós, cremos no que?
Estamos insatisfeitos? 
Por que?
O que nos falta aqui e agora para nos sentirmos bem?
Respondam para debatermos algo que será muito importante para passarmos este ano.

Jesus no leme!

Link: facebook.com/monica.demedeiros.35

Cabe a nós decidir como lidar com as emoções que sentimos

Por A Mente é Maravilhosa

Sentir inveja, raiva, tristeza ou ira é tão natural como respirar, mas muitas vezes não sabemos como lidar com as emoções que sentimos. Existem determinadas emoções que são inerentes à condição humana, embora às vezes possamos sentir vergonha de senti-las. Rejeitar ou não saber expressá-las pode nos levar a situações de ansiedade muito elevada.

Querer controlar o que sentimos em todo momento é uma batalha antecipadamente perdida, por mais que nos empenhemos. Mas ainda assim, a verdade é que temos que tomar cuidado com aquilo que fazemos e dizemos quando estamos sob o efeito de uma emoção, pois isso é nossa responsabilidade.

Dessa forma, considerar a possibilidade de que nem tudo vai acontecer como esperamos é uma boa ideia para não frustrarmos e não nos deixarmos invadir pelo mal-estar, em vez de ficarmos com raiva ou nos deprimidos por algo que foge do nosso controle. Dessa última forma, só vamos perder energia e tempo. Como vemos, a boa notícia é que embora não possamos controlar as emoções que sentimos, podemos decidir o que fazer com elas. Vamos nos aprofundar nessa ideia.

As emoções têm uma função adaptativa

As emoções guardam uma mensagem profunda: elas servem para nos indicar que está acontecendo alguma coisa na nossa vida e que, em alguns casos, temos que solucionar. Por exemplo, a ansiedade nos avisa que um perigo está próximo e a tristeza, que sofremos uma perda que temos que assimilar. A questão é aprender a decifrá-las para nos conhecermos e agirmos em conformidade.

Toda emoção é útil, por isso, não temos que lutar contra elas, já que é preciso e necessário que sejamos capazes de senti-las, compreendê-las e escutá-las. Só assim seremos capazes de gerar as estratégias adequadas para enfrentar com êxito os problemas e dificuldades que forem surgindo.

Como vemos, não devemos nos assustar quando sentirmos emoções negativas como a tristeza, frustração ou inveja, já que se soubermos como abordá-las, elas nos ajudarão a lidar com o problema presente na nossa vida e, principalmente, a melhorar. Mas se a intensidade dessas emoções negativas for cada vez maior e chegarmos ao ponto de não saber como geri-las, o mais adequado seria pedir ajuda de um profissional que possa nos auxiliar para evitar danificar as nossas relações e machucar a nós mesmos.

Por outro lado, não podemos nos esquecer das emoções positivas, sendo a alegria a mais potente delas. Estas emoções são adaptativas, desde que sejam expressas em termos equilibrados. Sua mensagem serve para nos informar de que estamos em um momento que nos beneficia e produz bem-estar.

Leia o texto completo: 

https://amenteemaravilhosa.com.br/como-lidar-com-as-emocoes-que-sentimos

Ana Luiza Fernandes

Ninguém começa um relacionamento pensando que ele vai acabar. Por mais que a nossa mente acredite que os finais felizes só existem nos filmes, o início de uma relação costuma ser marcada pela euforia da conquista, pela alegria da descoberta e pelo prazer da paixão.


Não é comum pensar no relacionamento como uma responsabilidade, afinal, já temos tantas responsabilidades na vida, para que iríamos desejar mais uma? Mas acredite, existe uma responsabilidade emocional muito grande ao perguntar “Quer ficar/namorar comigo?” ou ao abrir um sorriso e dizer que ‘sim’.

Relacionar-se com alguém é dividir um pouco da sua essência e compartilhar da essência do outro, com intimidade. Não é só o toque, o beijo ou o sexo que são marcantes em um relacionamento, estamos querendo chamar a atenção para algo latente: as memórias. Um sorriso, um choro ou um carinho podem viver na memória de alguém para sempre, mesmo que o amor acabe.

Por isso é que precisamos ter responsabilidade ao dizer “Eu te amo” ou ao aceitar um pedido como esse. Você não sabe o que a pessoa viveu antes de te conhecer, os altos e baixos que ela enfrentou emocionalmente e o que aquele relacionamento pode significar para ela. Você pode estar apenas com alguém para te fazer companhia, mas já pensou que você pode ser o mundo inteiro deste alguém?

Leia o texto completo no site do Eu Sem Fronteiras: Link

Ciência e espiritualidade

Ter a mente aberta, sem se apegar a uma verdade única, é o que nos torna capazes de ver além das aparências

Por Padma Samten

A ciência e a espiritualidade parecem campos longínquos ou mesmo opostos. Há o campo do conhecimento confiável, testado na experiência concreta, reprodutível a qualquer momento. A água ferve a cem graus e congela a zero. Sendo a água, a temperatura e a pressão atmosférica as mesmas, o resultado é igual, em qualquer lugar, a qualquer hora, com qualquer pessoa. Parece não haver espaço para especulações filosóficas, psicológicas e muito menos espirituais no campo da ciência.

Isso é um engano. Em qualquer livro de história da ciência vamos encontrar uma lista enorme de visões que foram respeitáveis e se tornaram ultrapassadas. Como pôde o filósofo René Descartes acreditar que o número de planetas do sistema solar estava associado aos números de sólidos regulares da geometria? Como o pensamento de Aristóteles pôde perdurar por séculos até Galileu Galilei provar que não importa o peso de um objeto, pesado ou leve, todos caem a mesma velocidade?

Sim, existe o papel da mente. Nosso mundo interno dá vida e realidade às aparências que chamamos de mundo externo – mesmo com os cientistas. Quando mudamos dentro, nosso passado muda e também o presente e o futuro. Mudam as explicações, também as fotos, a conexão com as pessoas. Por que elas se transformam sem cessar?

LEIA O TEXTO COMPLETO NO SITE DA REVISTA VIDA SIMPLES

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